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O Que É

“Não importa se você tenha ou não experiência em alfabetizar; não importa se tenha assistência de especialista ou não; terá sucesso em seu trabalho, desde que siga as instruções, página a página”

É consistente, bem pé no chão, bem arroz com feijão.
Não lança mão de teorias de difícil entendimento ou de palavrório inútil.

Orienta a usuária em cada passo chamando a atenção para os pontos onde se costuma tropeçar.

É brasileiro, conhece nossas peculiaridades, nossas dificuldades, nossas misérias e grandezas, atendendo às nossas características.

Trabalho nascido de alfabetizadora na prática dentro de sala de aula, frente a frente com alunos difíceis de alfabetização – alguns repetentes até por sete anos seguidos.

Não nasceu em laboratório nem no silêncio de biblioteca nem sobre teorias alheias.

É obra científica, tendo sido rigorosamente observados os passos da ciência:

Levantamento dos problemas,

Observações,

Anotações,

Levantamento de hipóteses,

Tentativas de solução,

Aplicação,

Comparação com os resultados anteriormente obtidos.

Novas observações, novas hipóteses, novas tentativas de solução, novas aplicações, até obter resultados desejáveis;

Generalização: aplicação por outras pessoas em sujeitos de outros meios para saber se as soluções dão os mesmos resultados. Para ser obra científica, os resultados deverão ser sempre os mesmos em quaisquer quadrantes geográficos – no caso, dentro do Brasil onde o idioma e as características físicas são semelhantes.

Assim humildemente, nasceu o único material destinado a alunos com dificuldade no aprender, mas que se encontra em uso em alunos dos diferentes níveis intelectuais, e em todos os níveis sociais, que está cobrindo a maior parte do território brasileiro que está presente, inclusive, em outros países: Portugal, Itália, Estados Unidos e Japão porque conhece a alma infantil, conhece suas dificuldades e fala o idioma universal: o idioma mágico das histórias.

Ao ser criado o “Professora de Papel” não houve a mínima intenção em transformá-lo em material a ser usado por outras alfabetizadoras, porém os resultados foram tão surpreendentemente positivos, que foi impossível mantê-lo nos limites de uma só sala de aula. Houve, pois, a tentativa de torná-lo o mais assimilável possível por quaisquer professoras que dele quisessem fazer uso.

Nestas três décadas, a obra passou por mudanças e hoje se encontra com alguns acréscimos, mas conservando mesmo conteúdoa mesma leveza e toda a pureza inicial que tanto tem agradado a professoras, alunos e pais.

Não importa se você tenha ou não experiência em alfabetizar;
não importa se tenha assistência de especialista ou não;
terá sucesso em seu trabalho, desde que siga as instruções, página a página.

* * *

Histórico

“As outras alfabetizadoras da minha escola quiseram saber que tipo de milagre eu estava usando e aderiram às histórias, relatando os resultados altamente positivos a professoras de outras escolas”

Meu nome é Cleunice. Sou professora, aposentada desde 91 e moro em Mirassol — SP.

Enquanto estive à frente de uma sala de aula, acabei compondo um material para alfabetização; e tive de criar alguma coisa porque naquele ano, a classe que me foi destinada era formada apenas por alunos… Aqueles! Aqueles que estavam há três, quatro… Até sete anos na escola sem conseguir aprender coisa alguma. Nem a letra aeles reconheciam entre as vogais.

Na época, se o aluno não soubesse o suficiente, era reprovado. Era bomba mesmo, sem este protecionismo nocivo que inventaram para camuflar a incapacidade dos dirigentes.

Fui tomada pelo pânico. Era a 1ª vez que enfrentava tal tipo de classe e não tinha nada de novo a apresentar! Novidade nenhuma, carta nenhuma escondida na manga; as novidades interessantes já haviam sido usadas pelas professoras anteriores daqueles mesmos alunos e não surtiram efeito; se tivessem surtido, eles não estariam ali, outra vez tentando aprender a ler e a escrever.

Sem saber por onde começar, comecei pelo método usado na época — a cartilha Caminho Suave —, que começa pelas vogais, encontros vocálicos e depois parte para a silabação. Mas, dois meses depois, aqueles alunos estavam como no primeiro dia de aula: sem saber nada!

Em abril, passei a usar outro método que eu também conhecia de longa data: a Cartilha Sodré. Inicialmente, este método usa apenas a letra a e, com esta vogal apresenta todas as consoantes e todas as dificuldades antes de passar à vogal seguinte. Com a Sodré, meus alunos começaram bem, reagiram favoravelmente — certamente por causa da novidade, pois que desconheciam o método Sodré — mas foi por pouco tempo, porque depois empacaram de vez. E já era agosto!

Eu procurava avidamente alguma coisa que pudesse levá-los à aprendizagem, mas debalde!
Acontece que os autores não escrevem para estudantes fracos. Preferem atingir alunos medianos e fortes por ser mais fácil lidar com eles e por representar faixa maior do mercado e, consequentemente, maior fonte de lucro. Os alunos mais lentos ninguém até então havia ligado pra eles.
Ou então, o que é mais cômodo: a exemplo da maioria quase maciça das “autoridades” educacionais, os autores fingem desconhecer a existência dos alunos lentos e, se a professora os menciona, corre o risco de ouvir que alunos fracos existem por culpa dela mesma, a professora!!!

O fato é que ninguém havia até então, criado algo para alunos com deficiência no aprender.

Fazia tempo que eu vinha tendo algumas ideias diferentes, que poderiam ser colocadas em prática na alfabetização, no entanto nunca houvera necessidade, pois nós tínhamos dois métodos (Sodré e Caminho Suave) que davam conta do recado muito bem, não havia necessidade de nada além.

Mas agora era uma emergência! Eu já havia me utilizado dos dois métodos e não havia mais nenhum instrumento do qual eu poderia lançar mão.

Entendi que era hora de criar algo diferente; um meio de alfabetizar que atraísse a atenção dos aprendizes de tal forma, que acabassem por assimilar os conteúdos. E falei com a direção da escola sobre as dificuldades da classe e minhas ideias sobre um novo método. O diretor, Sr. Sebastião Roberto Iglesias, me apoiou, colocou a escola à disposição para o que eu precisasse.

Conhecendo profundamente ambos os métodos Sodré e Caminho Suave e mais as quase três centenas de cartilhas que são plágio descarado deste último —, eu conhecia também todos os seus pontos positivos e os pontos negativos, assim como das outras cartilhas todas.

Aqui, uma observação: Temos pouquíssimos métodos de alfabetização brasileiros.

“Sodré” e “Caminho Suave” são brasileiros — e não simples cartilhas. Suas autoras: Benedita Stall Sodré e Branca Alves de Lima, estas sim, criaram; estas sim, são autoras de alguma coisa. Tudo o que se fez depois — centenas de cartilhas — são cópias, são imitações vergonhosas da “Caminho Suave”. Iniciam todas de maneira igual, desenvolvem-se de maneira igual e acabam tudo igual. Mudam as palavras chaves, mudam as figuras, muda o título, a editora, o autor, mas o método continua sendo “Caminho Suave” de roupa nova. Daí, as professoras mudavam de cartilha todo ano procurando algo diferente e, quando percebiam, estavam trabalhando igualzinho ao ano passado, ao ano retrasado: com “Caminho Suave” de outro autor.

Continuando:

Eu tentaria uma tarefa hercúlea não conseguida ainda por nenhum outro autor: reunir somente pontos positivos, e sem nenhum dos pontos negativos apresentados pelos dois métodos.

Seria tentar o impossível desde todos os autores sonham conseguir o mesmo.

E o que ninguém realizou antes, foi realizado no “Professora de Papel”.

Descobri, pois, as teclas que, acionadas ao mesmo tempo, conseguem alfabetizar também aluno com deficiência mental não profunda, como era o caso da minha classe naquele ano.

Assim, comecei a alinhavar meu método de ensino. Passei a inventar historinhas e a contá-las em sala de aula. Aquelas que surtiam efeito, eu escrevia. As que surtiam efeito indesejado eu anotava também com ressalvas e comentários, para não vir a reprisar o erro no futuro.

Somei tudo o uso da fonética (aprendida não no Curso Normal, nem na Faculdade, nem nos inúmeros cursinhos de capacitação — mas em aulas de Taquigrafia em Curso de Contabilidade quando adolescente!)

Comecei a ministrar as novas aulas e os alunos começaram a aprender! Aprendiam tanto e com tanta rapidez, que cheguei a duvidar que estivessem aprendendo de verdade; acreditei que sabiam que eu estava compondo um novo método e estivessem me enganando, só para me agradar!

Mas é impossível fingir que se sabe aquilo que se ignora. Era aprendizado de verdade! Tratava-se, para aquelas crianças, das primeiras experiências válidas em leitura e escrita, depois de tantas tentativas.

Animados pelos primeiros êxitos, os alunos passaram a se interessar mais e a aprender mais.

Nada é tão motivador para o aprendiz, quanto a própria aprendizagem.

Naquele ano de nascimento do método não consegui grande coisa; o leitor há de se lembrar que somente em agosto — decorrido mais da metade do ano — foi que dei início às primeiras tentativas. Mas o que consegui deixou a mim, aos alunos e à escola, exultantes: cinco daqueles alunos “fracassados” conseguiram ir para a 2ª série sabendo ler e escrever.

Repito com prazer: cinco daqueles alunos condenados ao analfabetismo passaram para a 2ª série! Era uma 2ª série fraca, mas eles foram se ajeitando e seguiram adiante com os outros.

Quanto aos demais alunos daquela classe, estes já estavam no meio do processo; liam e escreviam palavras e orações. Era pouco, mas eram verdadeiras conquistas para quem não conhecia a letra a.

O janeiro seguinte, férias escolares, passei escrevendo novas histórias e melhorando aquelas que já existiam. E, no ano que começou, logo no 1º dia de aula entrei contando histórias.

As outras alfabetizadoras da minha escola quiseram saber que tipo de milagre eu estava usando e aderiram às histórias, relatando os resultados altamente positivos a professoras de outras escolas.

Naquele ano ainda, mais três escolas da minha cidade conheceram o método e passaram a usá-lo.
No ano subsequente, professoras de cidades vizinhas — São José do Rio Preto e Cedral — estavam contando minhas historinhas e passando a notícia de um novo método às cidades próximas.

Três anos depois — em 87 — fiz a 1ª edição do material, que já havia recebido sugestões de melhorias das novas usuárias. Fiz só 150 exemplares da professora e 1.000 do aluno, os quais distribuí gratuitamente. Acreditei que, com isso minha missão na Terra estava cumprida e o método morreria aí.

Eu me enganei, porém! Foi aí que tudo começou porque outras e outras professoras ficaram sabendo da existência de um método surpreendente e passaram a me telefonar pedindo material. Outras queriam livro de 2ª série que lhe desse continuidade; outras queriam um livro intermediário entre a 1ª e a 2ª séries; outras pediam livros para 3ª e 4ª séries. E havia quem pedia material de Matemática!!!
E continuei escrevendo e editando — tudo do bolso meu e do meu marido —, porque aí já entrou em cena o construtivismo e nenhuma editora quis arriscar jogando num método independente.

Com a chegada das teorias de Emília Ferreiro, baixou verdadeira Idade Média na educação e as fogueiras da Inquisição passaram a ser acenadas às docentes que usassem algum material não construtivista.

Mesmo assim, professoras mais corajosas driblavam as ordens vindas de cima e continuavam adotando o “Professora de Papel”, que continuou agindo por baixo da cortina e se alastrando lentamente, chegando às mãos das alfabetizadoras quase às escondidas. Muitos desentendimentos aconteceram entre usuárias e seus superiores pelo motivo alegado. Mesmo assim, o “Professora de Papel” seguiu seu caminho sendo barrado aqui e elogiado acolá — mais barrado do que elogiado, por não obedecer às normas emilistas. Mas nunca deixou de circular.

Hoje, o “Professora de Papel” é conhecido em todos os estados do Brasil e até fora do país sem propaganda nenhuma, sem oferecer exemplares de brinde como fazem as editoras — e tendo ainda de vencer os obstáculos criados pelas autoridades. Somente graças à coragem, ao heroísmo e à obstinação de algumas professoras mais entusiastas, este material continua vivo.

Aliás, além de pagar pelo material, estas professoras pagam também pela taxa do correio, tudo para não deixar morrer um método de ensino que elas reconheceram válido.

Obrigada, colegas professoras! Vocês são verdadeiros Anjos da Guarda do Ensino!

Portanto, o método das historinhas, o “Professora de Papel” tem histórias a contar! Ah, se tem! Foi barrado, proibido, condenado, execrado, abominado por almofadinhas que nunca lecionaram, nunca meteram a mão na massa para provar da receita que prescrevem.
Quase deixou de circular, quase foi vencido pelo construtivismo que, em mais de 30 anos empurrado goela abaixo das professoras, não conseguiu provar ser o melhor jeito de alfabetizar.

Diz um ditado: Se uma força contrária for muito grande, não resista. Saia de lado e espere ela passar pois, se ela for mesmo muito grande cairá sozinha, com o próprio peso.”

Foi o que aconteceu ao construtivismo. Caiu sozinho, do alto de toda sua grandeza.

Depois que Emília Ferreiro foi desmascarada, a LDB (Leis de Diretrizes e Bases da Educação) admitiu seu engano e abriu facilidades para outros métodos que ainda poderão salvar o ensino. Assim, cada professor voltou a ter liberdade na escolha de métodos e o “Professora de Papel” retorna como nos primeiros tempos após um período negro, após aquela Idade Média Educacional.
Este material poderia ter auxiliado muita gente e o ensino não teria chegado a ponto tão rasteiro não fosse o fanatismo de quem ditava leis de ensino sem jamais ter visto uma criança de perto.

Mas venceu o bom senso. As professoras podem respirar porque não mais serão tolhidas em sua liberdade de escolha.

Com isso, de janeiro a janeiro recebo pedidos de livros de partes do país que jamais ouvira falar.

Já foi vendida uma edição do método “Professora de Papel” para a FAE, que continuou a fazer pedidos, os quais não foi possível atender por falta de meios para produzi-lo em larga escala.

E até o presente momento não encontrei editora disposta a acreditar no poder deste método que, com certeza, virá a ser o maior best-seller nacional. Os editores estão ainda se recuperando do prejuízo da época de “inquisição” quando houve verdadeira caça às bruxas de livros de alfabetização que são impressos em maiúsculas de forma, demonstrando obediência às normas construtivistas. Certamente os editores não acreditam que a liberdade oferecida pela LDB seja pra valer.

Mas tudo tem sua hora e vez. Não é possível que o “Professora de Papel”, que já venceu obstáculos bem maiores não venha a ter seu valor reconhecido justo agora, que vivemos em pleno Renascimento Educacional, justo agora que o construtivismo é que está sendo banido das escolas exigentes, das instituições sérias, das Secretarias de Educação comprometidas com qualidade.

Enquanto isso vou produzindo, vou vendendo no varejo a quem o solicitar.

* * *

Alguns Resultados

“Lecionando numa classe mediana, uma de suas alunas de 7 de idade, chegando em casa após a aula, brincava de escolinha com a irmã caçula, de 5 anos. Na brincadeira, a pequena professora ia passando à irmã tudo o que ouvira em classe naquele dia: a historinha, o traçado, a emissão do som. Igualzinho ao que fizera a professora em sala de aula. Brincando, uma criança alfabetizou outra criança!”

1- Profª Maria Ângela Crespo Iglésias, na EEPSG Anísio José Moreira, em Mirassol, SP, uma das pioneiras no uso do material. Professora de Ed. Artística, lecionou por muitos anos referida disciplina. Era a primeira vez que lhe era atribuída uma classe de alfabetização em classe fraca. 
Dentre seus alunos — repetentes por vários anos — destacavam-se dois, já com 11 e 12 anos de idade que, segundo a psicóloga, deveriam frequentar Classe para Deficientes Mentais, mas, por falta de vaga nesta classe, ambos continuaram como ouvintes na sua sala.

Usando o “Professora de Papel”, pelo menos 50% dos alunos conseguiram passar para a 2ª série, já perfeitamente alfabetizados. E, pasmem: os dois aluninhos que estavam à espera de vaga na Classe Especial, passaram direto da 1ª para a 3ª série, sem precisar passar pela 2ª! A lei que facilitava a passagem da 1ª para a 3ª série — pulando a 2ª — já existia há muito, mas esta foi a primeira vez que a vi sendo aplicada sem prejuízo algum para o aluno ou para a escola.

Este fato, relatado pela própria Profª Maria Ângela está documentado em vídeo.

2- Profª Ciderlei Pastrolin, EEPG Prof. Lauro Rocha, Mirassol, SP, uma pioneira no uso do material.

Lecionando numa classe mediana, uma de suas alunas de 7 de idade, chegando a casa após a aula, brincava de escolinha com a irmã caçula, de 5 anos.

Na brincadeira, a pequena professora ia passando à irmã tudo o que ouvira em classe naquele dia: a historinha, o traçado, a emissão do som. Igualzinho ao que fizera a professora em sala de aula. Brincando, uma criança alfabetizou outra criança!

Quando, no ano seguinte, a caçula chegou na 1ª série, foi para a sala da mesma Profª Ciderlei, a qual só então ficou sabendo do caso. Interessante também que a família, muito pobre, morava na zona rural e ambas as meninas vieram para a 1ª série sem passar pela Pré-Escola. Este fato também está registrado em vídeo.

3- Profª Dalva Maria de Moura, EEPG Antonio de Barros Serra, São José do Rio Preto, SP. Naquele ano a professora tinha, entre alunos sem problemas físicos, a menina Daniela Ludim dos Santos, deficiente auditiva. Depois da incerteza, do temor em não poder produzir satisfatoriamente, referida professora adotou o “Professora de Papel”. Sem conhecer fonética e sem haver trabalhado anteriormente com deficientes auditivos, esta professora conseguiu não somente ensinar Daniela a ler e escrever, como também a falar!

4- Profª Nilda TorresEEPG Antonio de Barros Serra, São José do Rio Preto, SP ( mesma escola, mesma cidade acima citadas). No ano seguinte ao ocorrido com a Profª Dalva, foi a vez da Profª Nilda receber Adriana, aluna deficiente auditiva. Com as orientações recebidas da Profª Dalva — que agora conhecia bem o problema — e, com a ajuda do “Professora de Papel”, mais uma deficiente auditiva conseguiu aprender a ler, a escrever e a falar!
(Ambos os fatos foram notícia de jornal daquela cidade.

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Comentários de Usuárias

“No ano passado usei seus livros em classe comum, com êxito inesperado. Agora estou trabalhando numa clínica de fonoaudiologia com crianças deficientes auditivas e seu método já está surtindo efeito”

Sem autorização, não será possível tornar públicos os nomes e é quase impossível entrar em contato com todas as usuárias que fizeram comentário apreciativo para solicitar autorização.

De Miracatu – SP: “Meus 2 filhos e meu sobrinho foram alfabetizados pelo seu método. Quanto a mim, vou continuar adotando-o em minha classe. Liguei pra contar que nunca vi nada melhor.”

Delegacia de Ensino do Mogi das Cruzes – SP: “Um supervisor desta delegacia visitou uma escola que trabalha em cima do seu método e ficou muito bem impressionado. É envolvente, prende a atenção das crianças.”

Mogi das Cruzes – SP – “É excelente. Eu estava usando outro material e não tinha resultado positivo nenhum. Quando conheci “Professora de Papel” larguei tudo, apaguei da cabeça das crianças o que havia ensinado e recomecei. Já estou vendo resultados incríveis! Quero te parabenizar.”

Guarulhos – SP: “Nota-se entre os alunos das séries mais adiantadas aqueles que foram alfabetizados pela “Professora de Papel”. Eles não trocam letras quando escrevem, sabem explorar os textos. Eu digo sempre: O melhor método é o da Cleunice. Sabe, fui eu quem falou do seu método para a (…). Agora, a (…) está lecionando em Mogi das Cruzes e foi ela quem levou as notícias do seu material pra lá.”

Guarulhos – SP: “‘Só aceito 1ª série se puder usar o método da Cleunice.’ Foi assim que eu falei pra direção da escola.”

Guarulhos – SP: “Sempre usei seu método, porque com os outros, os alunos não conseguem aprender direito.”

Guarulhos – SP: “Se alguém quiser informações sobre seu método, mande ligar pra mim. Como diretora de escola, sei melhor que os outros o que é bom para os alunos.”

Mauá – SP (de uma aluna de Magistério): “Aprendi na sua palestra, em 3 horas, mais do que aprendi no curso inteiro, em 4 anos.”

Mogi das Cruzes – SP: “Ia chegando no banco e vi uma rodinha de professoras conversando. Juntei-me a elas e o assunto, adivinhe! O “Professora de Papel”! Estavam contando do sucesso conseguido com seu material. Pois peguei seu número de telefone e já estou ligando pra pedir pra mim também. Está fazendo o maior sucesso!”

Guarulhos – SP: “Depois de Deus, quem fez o milagre em minha classe foi o seu método.”

Bauru – SP – Seu método parece uma orquídea. Olhando pra ele é feio, sem graça – mas a flor que dá é a mais linda que existe.”

Trechos de cartas:

Miracatu – SP: “O trabalho com seu material continua obtendo êxito por aqui. Já estamos providenciando atividades para angariar fundos para a compra dos livros para os alunos. Ficamos conhecendo o método através da Profª (…). Ela passou a usá-lo por causa do bom conteúdo, das historinhas, do vocabulário ideal. Os resultados positivos apareceram logo no início; as crianças se interessavam e vibravam com os personagens criados por você; fixavam os conhecimentos e os transferiam rapidamente para outras situações, podendo a professora até mesmo adiantar os conteúdos.”

Tabatinga – SP: “Cleunice, o pessoal daqui adorou o seu material!”

Itagi – BA: Estou conseguindo até realfabetizar minha turma de 3ª e de 4ª séries. As colegas também estão amando. Estamos lendo o manual inteiro e já encontramos tudo o que deveria constar nos outros métodos: Sociologia, Didática Geral, Didática Especial, Ciências, História. Enfim, é uma aprendizagem completa e com a maior facilidade. Tenho certeza que nenhum outro material se iguala ao seu.”

Sorocaba – SP: “A Profª (…) de Taguaí me falou do seu material. Analisei tudo e o achei excelente.”

Ilha Comprida – SP: Esclareço que sua obra foi analisada por professores do Ciclo Básico e 3ªs séries desta UE, os quais a acharam excelente e estão interessados na compra da coleção completa…”

Osvaldo Cruz – SP: “… e que você possa levar sabedoria a tantos outros professores que necessitam deste trabalho maravilhoso e eficiente… Já o estou usando na minha classe de 2o ano de alunos repetentes e problemáticos e está sendo um sucesso! Pena não ter conhecido seu trabalho há alguns anos. Porém Deus, que é Sabedoria, tem Seus Desígnios e sabe quando quer nos presentear. Por isso, a gratidão a Ele por nos presentear com uma pessoa como você, que sabe exatamente tudo o que os alunos precisam e tudo o que os professores necessitam. Só mesmo uma professora pra entender os problemas do ensino.”

Piraju – SP: Achei seu material muitíssimo interessante e diferente. Gostaria de parabenizá-la…”

Santa Cruz das Palmeiras – SP: “… quero parabenizá-la e dizer que estou espalhando as notícias deste método por todos os lugares por onde passo.”

Barra Bonita – SP: “Trabalhamos com crianças excepcionais e ficamos sabendo do seu método por intermédio de professoras das escolas comuns, que nos deram excelentes informações.”

Guarulhos – SP: Sou sua fã incondicional. Já usei com sucesso o material de 1ª e de 2ª séries. Gostaria agora de adquirir o material de supletivo…”

Niterói – RJ: “No ano passado usei seus livros em classe comum, com êxito inesperado. Agora estou trabalhando numa clínica de fonoaudiologia com crianças deficientes auditivas e seu método já está surtindo efeito.”

Juara – MT: “Preciso receber seu material com certa urgência porque estou desanimada com as outras cartilhas. Não conheço o seu material inteiro, mas uma amiga está usando e vai me contando as historinhas e eu vou passando aos alunos. Mesmo sem livro onde ler as orientações, estou notando mudança nos alunos, para melhor.”

Juquiá – SP: “Segundo o que estou ouvindo, seu método está sendo um sucesso! Não se fala noutra cartilha aqui em Juquiá.”

Prefeitura Municipal de Prata – MG: “Abraços também das professoras daqui, que têm elogiado o seu trabalho.”

Pitangueiras – SP: “Não assisti à sua reunião porque estava de licença – mas ouço os comentários e, mesmo antes de conhecer o material, já estou amando o “Professora de Papel”.”

Taubaté – SP: “Sou Coordenadora do CB e tomei conhecimento do seu trabalho através da (…), que me apresentou seus livros e fiquei empolgada. Tão empolgada, que estou propensa a, no próximo ano, voltar a lecionar na 1ª série só pra poder, eu mesma, curtir as historinhas. Tenho uma filha, psicóloga em Pindamonhangaba que trabalha principalmente com crianças-problemas na idade escolar; ela também está interessadíssima em aplicar seu método nos pacientes dela.”

Guarulhos – SP: “Naquele dia em que você deu a palestra, embarquei nas historinhas! Era como se eu estivesse dentro delas viajando junto, sentindo cada situação. Imagine, uma velha como eu ouvindo historinhas de crianças e gostando!”

Barra Bonita – SP: “Incrível como as crianças aprendem! Quando me disseram eu não acreditei. Sei que agora, quando conto às outras professoras elas também não me acreditam. Mas só usando pra saber o tanto que seu material é perfeito, completo e interessante. E que capacidade ele tem de ensinar!”

E há muito mais. São muitas cartas e trechos apanhados em telefonemas. Impossível listar tudo. Se você, professora, for uma usuária do material e quiser mandar suas considerações a respeito, eu as acrescentarei nesta lista se você o permitir.

* * *

Deficientes Mentais

“O ‘Método Professora de Papel | Histórias para Alfabetizar’ foi adotado em classes de APAE. Os resultados foram excelentes, dentro das limitações aos alunos”

A deficiência seria dos métodos, da escola ou das próprias crianças?

As três coisas.

Se nos lembrarmos que a Profª Maria Ângela conforme vimos no tópico Alguns Resultados, tinha dois alunos destinados à Classe Especial, mas acabaram por aprender mais que os outros — e prova disso foi que passaram direto da 1ª para a 3ª série (pulando a 2ª), veremos que a deficiência era do método. Foi mudar para método melhor para que os alunos revelassem suas potencialidades.

Mas nem sempre a culpa é da metodologia. Pode ser da escola. Vejamos:

Numa classe há sempre uma porcentagem pequena de alunos que demoram mais tempo que os outros em aprender. A sugestão é que haja uma triagem: classes separadas para potencialidades diferentes.

As autoridades (sumidades que nunca viram aluno de perto) são unânimes quando repetem feito papagaio a frase que as exime de culpa: Não existe criança-problema. O que existe é professor-problema.” (!)

De acordo com esta afirmação (de quem nunca alfabetizou, repita-se), os alunos todos têm as mesmas potencialidades e, se não aprendem, a culpa é da professora, que sempre leva a pior!

Minha resposta é:

Criança-problema existe sim! Se não existisse seria incompreensível a existência das APAEs! Se não existissem, errados estariam os grandes cientistas estudiosos da mente, que criaram as medidas de QI (Quociente de Inteligência) para definir capacidades de inteligência em comparação a outros sujeitos da mesma idade. Estes cientistas criaram também os testes de QI. Depois de rigorosos anos de pesquisa séria para definir pontuações, aparecem as “modernas otoridades da mente” dizendo que esta classificação não existe e que inexiste pessoas com QI baixo.

Só para provar que as modernas “otoridades” de ensino estão equivocadas, copiei o que segue:

“Em 1905Alfred Binet e Theodore Simon criaram a Escala Binet-Simon, usada para identificar estudantes que pudessem precisar de ajuda extra na sua aprendizagem escolar… Em 1912William Stern propôs o termo “QI” para representar o nível mental, e introduziu os termos “idade mental” e “idade cronológica“… Em 1916Lewis Madison Terman propôs uma fórmula para determinar QI. A classificação proposta por Lewis Terman era a seguinte:

QI acima de 141: Genialidade (gênio ou quase gênio)

Entre 121 e 140: Inteligência muito acima da média

Entre 110 e 120: Inteligência acima da média

Entre 90 e 109: Inteligência normal (ou média)

Entre 80 e 89: Embotamento

Entre 70 e 79: Limítrofe

Entre 50 e 69: Cretino”

Depois aconteceram outras inovações na aplicação destes testes e as últimas foram em 2005 (veja bem: 2005!!! É quase hoje!) e a classificação sofreu ligeira modificação, atingindo outros níveis de debilidade mental, até a debilidade profunda.

E dizem nossas mui sábias “otoridades” que criança problema não existe!

Em Guarulhos numa palestra com alfabetizadoras, uma professora de escola particular me inquiriu:

“Minha escola possui alunos que não aprendem. Adotamos o seu método porque ele foi criado para alunos difíceis. Mesmo assim, cada classe possui alguns alunos que não acompanham. Por quê?”
Minha resposta foi outra pergunta:

“Houve alguma seleção? Vocês fizeram triagem para colocar os alunos, cada qual entre seus iguais?”

“A diretora não permite seleção de alunos, para não humilhar os mais fracos.”

“Pois os separe! A seleção ajuda os mais lentos, ao mesmo tempo em que permite aos demais que avancem no processo. A não seleção faz injustiça tanto aos gênios, quanto aos fraquinhos. Separe os alunos por nível de capacidade. A professora que ficar com a classe fraca vai retomar o ensino desde o início respeitando, de verdade, o ritmo das crianças. A lei fala tanto em respeito ao ritmo de cada educando, mas manda misturar alunosnegando-lhes o tempo necessário para aprender ou negando-lhes que aprendam mais depressa. O problema é que, com alunos misturados, a professora fica perdida entre uns e outros; e não ensina a contento, assim como ninguém aprende a contento. Pois deem oportunidade a que cada um tenha aulas de acordo com seu ritmo.”

“Mas os menos capazes não vão se sentir diminuídos?”

“Ficarão, se vocês contarem o motivo da seleção. Mas eles não vão saber!”

“Mas a coordenadora fala que numa classe misturada, os mais fortes puxam os fracos para cima.”

“O que se vê são os fraquinhos puxando os fortes para baixo.”
Dois meses depois, esta mesma professora me telefonou:

“Deu certo! A diretora aceitou a sugestão e separamos as crianças. Os alunos mais capazes deslancharam, desde que não têm de ficar esperando pelos outros. O ritmo está acelerado nestas classes. Os medianos vão mais devagar, mas estão caminhando bem. E os fraquinhos, de repente começaram a aprender! Bastou que estivessem longe dos outros pra se sentir seguros, sem aquela competição desleal que tinham de suportar. Aliás, eles se sentiam diminuídos era junto aos de aprendizagem rápida. Agora, junto aos seus iguais, não se sentem comparados, não se sentem tão ruins quanto antes. Liguei pra falar que estávamos fazendo errado.”

Neste caso, a culpa estava sendo da escola, que obrigava a ficar lado a lado, numa mesma sala, alunos de diferentes níveis intelectuais pois segundo os “especialistas”, “Não existe criança-problema…” (?)

E como vimos naquela classificação de Binet-Simon, há crianças com deficiência tal, que não podem estudar em classe comum.

“Professora de Papel” foi adotado em classes de APAE. Os resultados foram excelentes, dentro das limitações aos alunos. É verdade que, em DM, os resultados não seguem o mesmo ritmo de classe comum. Mas com DM, tudo é imprevisível e incerto; de nada se pode ter certeza. Mas vale a pena testar.

* * *

Fonética

“O aluno troca letras no escrever porque não sabe diferenciar sons. Você, Professora, deve aprender antes, em casa, a produção do som que vai ensinar”

O aluno troca letras no escrever porque não sabe diferenciar sons. Você, Professora, deve aprender antes, em casa, a produção do som que vai ensinar.

1- Veja um truque para aprender a emitir um som: (Exclusividade do método dado a conhecer às usuárias e em palestra com a autora.)

4- Aprenda VOCÊ, PROFESSORA, a ouvir o próprio som. Treine a sós, em casa, frente a um espelho. Observe se (Exclusividade do método.)

5- É preciso treinar o próprio ouvido antes de tentar ensinar os alunos. Assim: (Exclusividade do método.).

6- Em classe, oriente o alunado, conforme o explicado acima e conforme você própria executou em casa.

7- Cada criança, individualmente, repetirá o som para que você possa detectar aquele que o estiver emitindo incorretamente.

Importante: Oriente sobre (Exclusividade do método.) e vigie! Não importa o tempo usado neste trabalho. Observe cada aluno sobre movimentos e sons corretos senão haverá distorções e o problema da troca de letras começa aqui e poderá jamais ser corrigido. Não passar adiante enquanto houver um único aluno com pronúncia errada. É melhor demorar nesta fase, a deixá-la incompleta.

8- A classe, em conjunto, vai emitir o som; e você, que estará treinada (devido aos próprios exercícios feitos em casa) saberá distinguir se há alguém fazendo som que não corresponda àquele em estudo. Se isto acontecer procure saber quem está fazendo som trocado e corrija! Não passe adiante, enquanto todos os alunos não o estiverem emitindo convenientemente.

OBS: Cada som será ensinado quando se for estudar aquela letra; não mais de um som ao dia e usar os dias necessários no mesmo som, até que haja associação completa entre traçado e som da letra. Com este aprofundamento, a criança ficará treinada em ouvir e saberá distinguir sons, não trocando letras no escrever.

Saiba que: Há duplas de letras que, para serem pronunciadas, exigem (Exclusividade do método.). Se o aluno não souber diferenciar ambos os sons, o vício se forma e se perpetua. Veja os exemplos:

As letras f e v (Exclusividade do método.) — daí, a famosa pergunta: — “Professora, é o fa da fada, ou o fa da vaca?” Quando um aluno faz esta pergunta, dá vontade de chorar, não é mesmo? Denota que a criança já confundiu tudo! Mas denota também que ela não foi treinada para ouvir e, se a professora não retroceder imediatamente no estudo de ambos os sons, o vício estará formado — e dificilmente se extirpará.

Bem… no exemplo citado, se tanto o f quanto o v exigem (Exclusividade do método.), é preciso descobrir onde está a diferença entre eles. Esta diferença está no SOM. Mas, qual diferença é esta?

Resposta: (Exclusividade do método.)

Por motivos semelhantes, são confundidas as duplas: p/b — j/x — g/c — s/z — t/d — e está nas suas mãos evitá-lo.

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Deficientes Auditivos

“Clínicas de Fonoaudiologia estão adotando o material para pacientes com deficiências auditivas e pacientes com dificuldade de dicção”

Trecho de carta de Niterói — RJ (já mencionada em Comentários): “Até no ano passado usei seus livros em classe comum, com êxito inesperado. Agora neste ano, estou trabalhando numa clínica de fonoaudiologia com crianças deficientes auditivas e o método já está surtindo efeito.”

Este é um dos testemunhos, cujo nome da autora não devo revelar, por falta de permissão.

Mas vale lembrar que foi publicado num jornal de S. J. do Rio Preto — SP uma reportagem sobre Daniela e Adriana, deficientes auditivas da EEPG Antonio de Barros Serra, respectivamente alunas de Dalva Maria de Moura e de Nilda Torres, professoras estas que jamais haviam trabalhado com DA e desconheciam o ensino através da fonética. Num determinado dia, viram-se numa classe comum, frente a frente com alunas surdas. Recorreram ao“Professora de Papel” conseguindo que elas fossem alfabetizadas e, ainda por cima, que aprendessem a falar!

Numa escola de Tupã, “EEPSG Índia Vanuíre”, numa classe inteira de alunos adultos, todos eles deficientes auditivos, foi aplicado o “Professora de Papel”destinado a alfabetização de adultos. Não me lembro o nome da professora, mas ela era incrivelmente interessada no sucesso da classe. Todos os seus alunos aprenderam a ler e a escrever. Aliás, a professora teve de comprar para cada um deles um exemplar do Manual da Professora, pois eles queriam muito mais do que estava no Manual do Aluno.

Clínicas de Fonoaudiologia estão adotando o material para pacientes com deficiências auditivas e pacientes com dificuldade de dicção.

Isso prova que a fonética, quando bem explicada e bem aplicada pode fazer milagres.

Segundo novas leis do ensino (com as quais eu não concordo), aluno com alguma deficiência será atendida preferencialmente, em classe comum.

Assim, é possível que você se depare com um deficiente auditivo na sua classe, junto aos demais alunos.

Veja como trabalhar com ele, mesmo sem que você tenha recebido anteriormente, orientação nenhuma:

(Exclusividade do método, dado a conhecer às usuárias e em palestra com a autora)

5- Repetir a operação várias vezes, até que a criança consiga PRONUNCIAR o som. Ela poderá começar a falar de modo a ser entendida não apenas através de gestos.

8- …assim, a criança DA aprenderá a ler nos lábios da mestra e conseguirá escrever, ler, e falar!

E ATENÇÃO! Tendo um deficiente auditivo na classe, a professora terá o cuidado de estar, o tanto quanto possível, colocada à frente da sala, para que seus lábios possam ser observados o tempo inteiro por ele.

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ALFABETIZAÇÃO EM CASA | Alfabetização Homeschooling

“Gostaria de dizer que admiramos seu trabalho e estamos usando seu material do nível 1 com nossa filha do meio. Com a primeira também usamos e foi muito bom. Agora quero comprar o do segundo nível .” (Comentário de uma mãe de Sorocaba, SP, que alfabetiza suas filhas em casa)

A boa alfabetização é essencial para o futuro de toda criança.

Método Professora de Papel | Histórias para Alfabetizar, 100% brasileiro, tem obtido excelentes resultados com pais que alfabetizam seus filhos em casa — sistema homeschooling, opção cada vez mais procurada e adotada por famílias no Brasil e no exterior.

Não apenas pais alfabetizam seus filhos, mas também avós e outras pessoas que se propõem a alfabetizar crianças e adultos, como líderes de comunidades, projetos sociais, missões religiosas, etc.

Excelentes resultados têm sido obtidos em casos de famílias residentes no exterior, cujos pais se preocupam em perpetuar o idioma pátrio de seus filhos nascidos e naturalizados em outros países. O Método Professora de Papel têm sido aplicado com êxito por famílias que atualmente residem em países dos continentes americano, europeu, asiático e africano.

O MÉTODO

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